quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Integrantes

Uma foto dos integrantes do grupo.


Da esquerda para a direita:

Marcelo Montico - Engenharia Elétrica
Rafael Collete - Engenharia Elétrica
Sidnei Leal - Engenharia Elétrica

Fluxograma


Para uma melhor compreensão segue abaixo um fluxograma com as etapas do protótipo.

Fluxograma


Notícia relacionada ao projeto


Apagão teve origem em curto-circuito em linha de transmissão, diz ONS

Ocorrência inicial foi registrada às 14h03, no estado de Tocantins.
Falta de energia afetou 6 milhões de pessoas, segundo cálculo de diretor.

Daniel Silveira Do G1 Rio
Comente agora
Arte apagão 11 estados (Foto: Editoria de Arte/G1)
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou na tarde desta terça-feira (4) que o apagão que atingiu ao menos 11 estados do país teve origem em um curto-circuito numa linha de transmissão no estado de Tocantins.
A ocorrência foi registrada às 14h03 na linha de transmissão 500 kV Miracema – Colinas C3, de propriedade da Intesa, cujo controlador é o FIP Brasil.
Ainda segundo o ONS, na sequência, ocorreu outro curto-circuito na linha de transmissão 500 kV Miracema – Colinas C2, de propriedade da Taesa, cujo controlador é a Cemig.
Segundo o comunicado oficial, as falhas foram eliminadas pelas proteções da linha e a  energia começou a ser restabelecida às 14h41. Segundo o ONS, o processo de recomposição das cargas de energia foi concluído às 15h30.
O diretor geral do ONS, Hemes Chipp, descartou excesso de demanda por causa do calor, falta de investimento no setor e falta de manutenção no sistema como causas do apagão. "A demanda elevada não tem a ver com o problema", afirmou ele, que estimou que 80% das linhas voltaram a funcionar normalmente após 30 minutos da ocorrência.
Segundo ele, no momento em que ocorreu o apagão, trafegavam 4.800 Megawatts em uma linha projetada para operar 5.100 Megawatts. Por conta dos dois curtos em sequência, nos circuitos 2 e 3 e seus desligamentos, Chipp supõe que tenha havido sobrecarga no circuito 1 por conta do que ele chamou de "contingência dupla".
O diretor-geral do ONS diz que o sistema está pronto para uma contingência simples, mas para suportar uma dupla seria preciso duplicar todas as linhas de transmissão do país. "Em função do nível de segunrança que você confere ao sistema, a tarifa aumenta, então há sempre essa variação técnico-econômica se você deve investir ou não, levando em conta a probabilidade deste tipo de ocorrência múltipla", disse.
"Após a configuração da perda dupla entre Miracema e Colinas e considerando que o somatório dos fluxos nos três circuitos deste trecho, imediatamente antes dos distúrbios, era de 3.400 MW, foi acionada a lógica de perda dupla do Esquema de Controle de Emergência – ECE da interligação, comandando o desligamento do circuito remanescente, de propriedade da Eletronorte", informou o ONS.
Com a série de falhas, a linha de transmissão LT 500 kV Serra da Mesa 2 - Rio das Éguas foi desligada, separando fisicamente os sistemas Norte e Nordeste do restante do restante do país, provocando a queda no fornecimento de energia pelo país.
Cerca de 6 milhões de consumidores foram afetados pela falta de energia nos estados do Sudeste, Centro-Oeste e Sul, segundo cálculo do diretor do ONS. Em uma conta simplificada, Chipp considerou a média de densidade populacional na área afetada com quatro moradores por residência atingida.
Confira a íntegra da nota do ONS:
"Às 14h03min do dia 04/02/2014, ocorreu um curto-circuito monofásico envolvendo a
fase A da linha de transmissão 500 kV Miracema – Colinas C3, de propriedade do
agente de transmissão Intesa, cujo controlador é o FIP Brasil, sendo a falha eliminada pela atuação correta das proteções da linha.

Em seguida, ocorreu um curto-circuito bifásico-terra envolvendo as fases A e B da
linha de transmissão 500 kV Miracema – Colinas C2, de propriedade do agente de
transmissão Taesa, cujo controlador é a Cemig, sendo a falha eliminada pela atuação
correta das proteções da linha.

Após a configuração da perda dupla entre Miracema e Colinas e considerando que o
somatório dos fluxos nos três circuitos deste trecho, imediatamente antes dos
distúrbios, era de 3.400 MW, foi acionada a lógica de perda dupla do Esquema de
Controle de Emergência – ECE da interligação, comandando o desligamento do
circuito remanescente, de propriedade da Eletronorte.

Com a abertura da interligação Norte/Sudeste no trecho Miracema – Colinas, atuou o
Esquema de Controle de Emergência – ECE dessa interligação, desligando a LT 500
kV Serra da Mesa 2 - Rio das Éguas, separando fisicamente os sistemas Norte e
Nordeste do restante do restante do SIN.

Com a separação das regiões Sudeste/Centro-Oeste e Sul da região Norte/Nordeste,
que antes da perturbação exportava energia, verificou-se déficit nas regiões
Sudeste/Centro-Oeste e Sul, com consequente queda na frequência elétrica,
conforme apresentado na curva inferior na figura a seguir.

A perda dessa interligação resultou em desequilíbrio geração x carga nas regiões
SE-CO e Sul, acarretando a atuação correta do 1º estágio do Esquema Regional de
Alívio de Carga – ERAC nessas regiões, desligando cerca de 5.000 MW de cargas.

Às 14:41h, a interligação foi restabelecida, dando-se início ao processo de
recomposição das cargas, cuja conclusão se deu às 15:30h.

A reunião para a análise desta ocorrência - RAP será realizada no Escritório Central
do ONS nesta quinta-feira, 06/02/2014 às 14h".



 FONTE: http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/02/apagao-teve-origem-em-curto-circuito-em-linha-de-transmissao-diz-ons.html       Acesso em 18 de setembro de 2014 as 00:23 Hrs.

Sinopse do projeto



Boa noite a todos, seguem mais alguns dados sobre o nosso projeto:


Objetivos:
               
                O projeto em elaboração visa detectar a ocorrência de um curto-circuito em uma Linha de Transmissão, seja ela em alta tensão ou apenas um ramal de distribuição de média tensão.
                Através de conceitos estudados na teoria de Linhas de Transmissão o projeto tem como objetivo detectar o sinal de tensão no trecho seguinte a falha e transmitir a resposta até uma Central de Operações para que a empresa responsável obtenha uma rápida resposta do perímetro onde se encontra a falha, agilizando assim a atuação da sua equipe técnica.
               
Resultados Pretendidos:
Através de alguns seccionamentos, o protótipo fará a simulação de um curto circuito na linha de transmissão estudada, que será alimentada na tensão de 127V, Monofásico. Como resultado espera-se que os dispositivos de proteção atuem e façam a comunicação com a Central de Operação, através de sinais de Rádio Frequência, onde haverá uma sinalização ao operador indicando a falta de fase no trecho onde se encontra a falha.               


Metodologia:

  1. O protótipo será constituído por um condutor de secção transversal inicialmente 2,5mm2 conectado a um ponto de alimentação 127V/Monofásico exemplificando uma Linha de Transmissão.
  2. Este condutor será seccionado em trechos previamente determinados, com a utilização de um Mini Disjuntor Termo Magnético que fará a proteção e este também contará com um contato auxiliar NAF, que fará o envio, através de uma alimentação externa 9V corrente contínua, a um emissor de Rádio Frequência.
  3. O emissor e o receptor serão confeccionados em placa de circuito impresso.
  4. O sinal recebido no receptor alimentará um relé que fará a manobra entre os led’s indicando se o componente está ou não atuado.
  5. A simulação do curto-circuito será feita através de um condutor aterrado que fará o contato com uma parte do condutor principal decapado posterior ao dispositivo de proteção

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Primeira postagem do Grupo

Bom dia a todos,

Utilizaremos este blog para postagem do andamento de nosso Projeto Interdisciplinar USF.
Escolhemos como tema Localização de Falhas em Linhas de Transmissão.
Tomaremos como base a teoria de Linhas de Transmissão no qual estamos aprendendo na matéria de Rádio Frequência.
Inicialmente utilizaríamos o Arduino para obtenção de valores e cálculos porém verificamos com os professores responsáveis pelo evento que não é permitido o uso de elementos microcontrolados.
Por este motivos está em projeto um novo meio de detectar um Curto-circuito em uma LT.
Assim que realizarmos os testes em laboratório postaremos mais sobre o assunto.

Um abraço a todos,